Ondas de calor extremo exigem cuidados com a saúde

por Antônio Luiz Moreira Bezerra publicado 19/09/2023 13h00, última modificação 19/09/2023 12h24
Mal-estar, dor de cabeça e desidratação são os sintomas mais comuns nos dias quentes

Uma das consequências da crise climática mundial são as ondas de calor extremo provocando incêndios florestais e mortes. Em julho passado, a temperatura média global bateu seu recorde e atingiu 17,18°C, segundo informações do Centro Nacional de Previsão Ambiental dos Estados Unidos; na região de Xinjiang (China) o termômetro marcou 52,2°C e 53,3°C em Furnace Creek (Estados Unidos). Por aqui e no restante do planeta, a previsão é que 2024 seja ainda mais quente, de acordo com cientistas da NASA. O principal motivo: o aquecimento global e ao fenômeno El Niño, que estará em seu auge.

 

O calor e a baixa umidade relativa do ar, como tem sido registrada em Belo Horizonte, afetam profundamente a saúde – sendo prejudiciais especialmente para crianças, idosos e pessoas debilitadas. Mal-estar, dor de cabeça e desidratação são os sintomas mais comuns e para reduzir seus impactos, além de evitar a exposição ao sol, beber água e usar protetor solar, os aparelhos de umidificador são importantes aliados.

 

“Os umidificadores ajudam a manter a umidade relativa do ar entre 50% e 60%, margem considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como ideal para a saúde, e aliviam sintomas de doenças respiratórias”, orienta o técnico eletrotécnico da Loja Elétrica, Herbert Abreu. O equipamento não deve ficar ligado por mais de quatro horas consecutivas, pois o excesso de umidade favorece a proliferação de fungos e bactérias.

 

Concomitantemente, podem ser usados equipamentos de ar-condicionado ou ventilador para proporcionar conforto térmico. “Atualmente, existem opções de ar-condicionado silenciosos com a tecnologia inverter – inversor de frequência –, que oferece uma economia de 40 a 70% de energia em comparação aos modelos tradicionais”, comenta. Herbert Abreu acrescenta que a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica pode contribuir para reduzir ainda mais o consumo de energia elétrica. “A solução possibilita uma economia de até 95% na conta de luz e pode ser implantada em qualquer residência com área disponível no telhado para os painéis fotovoltaicos, além de estar cada vez mais acessível graças às linhas de financiamento”, afirma.

 

Entre os ventiladores, o especialista sugere observar as características técnicas para escolher o modelo mais adequado, seja de mesa, teto ou coluna. “A potência do motor pode variar entre 50 e 150 W, assim como o número de pás de hélice. Equipamentos com duas pás são mais indicados para espaços menores, enquanto as versões com seis pás são ideais para locais maiores.”

 

“Os umidificadores ajudam a manter a umidade relativa do ar entre 50% e 60%, margem considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como ideal para a saúde, e aliviam sintomas de doenças respiratórias”, orienta o técnico eletrotécnico da Loja Elétrica, Herbert Abreu. O equipamento não deve ficar ligado por mais de quatro horas consecutivas, pois o excesso de umidade favorece a proliferação de fungos e bactérias.

 

Concomitantemente, podem ser usados equipamentos de ar-condicionado ou ventilador para proporcionar conforto térmico. “Atualmente, existem opções de ar-condicionado silenciosos com a tecnologia inverter – inversor de frequência –, que oferece uma economia de 40 a 70% de energia em comparação aos modelos tradicionais”, comenta. Herbert Abreu acrescenta que a instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica pode contribuir para reduzir ainda mais o consumo de energia elétrica. “A solução possibilita uma economia de até 95% na conta de luz e pode ser implantada em qualquer residência com área disponível no telhado para os painéis fotovoltaicos, além de estar cada vez mais acessível graças às linhas de financiamento”, afirma.

 

Entre os ventiladores, o especialista sugere observar as características técnicas para escolher o modelo mais adequado, seja de mesa, teto ou coluna. “A potência do motor pode variar entre 50 e 150 W, assim como o número de pás de hélice. Equipamentos com duas pás são mais indicados para espaços menores, enquanto as versões com seis pás são ideais para locais maiores.”

 

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Fonte: Estado de Minas

Imagem: Freepik

Edição: Site TV Assembleia